A NFCom entra no IBS e na CBS em 1º de outubro — e o Simples só em 2027

A NFCom entra no IBS e na CBS em 1º de outubro — e o Simples só em 2027

Um ato conjunto da Receita e do Comitê Gestor do IBS fixou a data que faltava na nota técnica: a NFCom passa a ser obrigatória como documento do IBS e da CBS em 1º de outubro de 2026 — e quem é optante pelo Simples Nacional só entra em 1º de janeiro de 2027.

529 empresas já testam a CBS — e o provedor não pode pedir para entrar

529 empresas já testam a CBS — e o provedor não pode pedir para entrar

Levantamos os 16 extratos publicados no Diário Oficial: 529 empresas já testam a CBS num ambiente da Receita com o Serpro. Do setor de telecom, só cinco nomes — todos grandes. Não dá para se inscrever, e a única porta do provedor é a entidade que o representa.

Parcelar a TFF não para o processo que pode cassar a sua outorga

Parcelar a TFF não para o processo que pode cassar a sua outorga

A própria Anatel responde que o parcelamento da Taxa de Fiscalização de Funcionamento não interrompe o procedimento que pode terminar em caducidade — só a quitação total interrompe. E aderir é confissão irretratável, que exige desistir de ações e recursos.

Cabo furtado tem nota fiscal própria: a baixa por perda em estoque, campo a campo

Cabo furtado tem nota fiscal própria: a baixa por perda em estoque, campo a campo

Desde dezembro de 2025 há procedimento padronizado para dar baixa em material furtado, extraviado ou deteriorado: nota de débito com tipo 07, CFOP 5.927, justificativa obrigatória e o próprio emitente como destinatário — mais o estorno do crédito de ICMS.

O Fistel arrecadou R$ 104 bilhões em 29 anos — e a maior parte não veio de fiscalização

O Fistel arrecadou R$ 104 bilhões em 29 anos — e a maior parte não veio de fiscalização

A série histórica do Fistel, de 1997 a 2025, mostra R$ 103,8 bilhões arrecadados: R$ 56,7 bi de outorgas contra R$ 43,1 bi de taxas de fiscalização, e menos de 4% em multas. Nos anos sem leilão, quem sustenta o fundo é quem já opera.

O setor já pagou R$ 15 bilhões de Fust — e 30% saem do fundo antes de virar universalização

O setor já pagou R$ 15 bilhões de Fust — e 30% saem do fundo antes de virar universalização

A série histórica publicada pela Anatel mostra R$ 14,9 bilhões de contribuições ao Fust em 25 anos, a desvinculação que subiu de 20% para 30% em 2016, a contribuição de 2025 como a menor desde 2006 e um superávit financeiro de R$ 89,48 milhões.

Regime de caixa no Simples adia o imposto do provedor — mas não perdoa o calote

Regime de caixa no Simples adia o imposto do provedor — mas não perdoa o calote

No regime de caixa a base do mês é a receita recebida, mas a faixa de alíquota e os limites continuam sendo pela receita faturada. E a parcela não recebida entra na base até dezembro do ano seguinte. A opção é anual e irretratável.

A EFD-Reinf foi feita para engolir quatro obrigações antigas — e a série R-4000 é a peça que faltava

A EFD-Reinf foi feita para engolir quatro obrigações antigas — e a série R-4000 é a peça que faltava

A EFD-Reinf é o módulo do SPED que recebe o que o eSocial não pega: pagamentos a terceiros. Foi desenhada para abrir espaço à substituição de GFIP, DIRF, RAIS e CAGED, e a série R-4000 trata das retenções de IR, CSLL, COFINS e PIS/PASEP.

A NFCom ainda precisa apontar para a nota de papel — e um campo dela guarda o hash do Convênio 115

A NFCom ainda precisa apontar para a nota de papel — e um campo dela guarda o hash do Convênio 115

A NFCom substituiu os modelos 21 e 22 na emissão, não no arquivo: para referenciar uma nota de papel ela pede CNPJ, modelo, série, número, competência e o hash do registro no arquivo magnético do Convênio 115 — e só até a obrigatoriedade no estado.

O leiaute da NFCom muda por nota técnica publicada num site — e três mudanças já entraram sem aviso

O leiaute da NFCom muda por nota técnica publicada num site — e três mudanças já entraram sem aviso

O manual da NFCom continua na versão 1.00a e o leiaute já mudou várias vezes: a norma deixa nota técnica publicada no portal esclarecer o manual. Três alterações já entraram — 990 itens, código de retorno com quatro dígitos e CNPJ com letras que não se pode usar.