Provedor no Simples: a janela para tirar IBS e CBS da guia única fecha em 30 de setembro

Provedor no Simples: a janela para tirar IBS e CBS da guia única agora fecha em 30 de outubro

Até 30 de setembro de 2026 o provedor optante pelo Simples pode tirar a CBS e o IBS da guia única e apurá-los pelo regime regular. Quem não fizer nada fica com os dois no DAS. A adesão ao Simples também mudou de janeiro para setembro, e a Defis vai deixar de existir.

O presidente da Anatel pediu vista nos dois…

O presidente da Anatel pediu vista nos dois processos de FUST da pauta — e já tem 27 parados com ele

Na 957ª reunião, de 3 de setembro, os relatores votaram por negar provimento em dois recursos de CIDE-Fust e o presidente pediu vista nos dois, dizendo que é o que tem feito nas últimas reuniões. A pauta registrou 27 processos já em vista com ele, todos com prorrogação solicitada.

Numeração pública no SCM começa em março de 2027

Numeração pública no SCM começa em março de 2027 — e quem adotar não poderá mais cortar o inadimplente

A partir de 1º de março de 2027 o provedor pode usar numeração pública. Quem adotar passa a manter 30 dias de chamadas para quem não pagou, autenticar todas as chamadas por entidade custeada pelas prestadoras e ter um ponto de interconexão por DDD.

A Anatel manteve o art. 43 do RGST

A Anatel manteve o art. 43 do RGST: 14 entidades recorreram e nenhuma derrubou a exigência do atesto

Em 31 de agosto o Conselho Diretor negou, por unanimidade, os pedidos de TelComp, Conexis, Abrint, Redetelesul, Associação NEO, Abrasat e outras para anular o art. 43 do RGST. Lemos o artigo inteiro: o § 4º permite delegar a verificação a entidade sindical, e o § 5º obriga quem verifica a denunciar.

Anuidade do CREA em 2026

Anuidade do CREA em 2026: quanto a empresa paga por faixa de capital social — e por que está 38% abaixo do teto

A anuidade do CREA sai de uma lei de 2011 que fixou tetos e mandou corrigi-los pelo INPC. Conferimos com a série do IBGE: o teto corrigido já seria R$ 1.073,73 e a menor faixa de empresa paga R$ 666,35. Mais o piso de R$ 3.522,55 para execução judicial e os dois prazos do recém-formado.

A Anatel mudou a regra antes de julgar o recurso: como funciona o juízo de retratação

A Anatel mudou a regra antes de julgar o recurso: como funciona o juízo de retratação

O Despacho Decisório nº 2/2026, no DOU de hoje, tirou a exigência de que as chamadas fossem “identificadas (Origem Verificada)” para serem isentadas dos mecanismos de mitigação — bastam as autenticadas. Veio por juízo de retratação parcial, no recurso da TIM.

Carteira antiga do CREA não dá certificado digital — e a isenção para trocar dura 12 meses

Carteira antiga do CREA não dá certificado digital — e a isenção para trocar dura 12 meses

A Resolução 1.166/2026 do Confea manteve válidas as carteiras antigas para identificação, mas elas não habilitam a carteira digital nem o certificado digital: para isso é preciso emitir a nova. A troca é isenta por 12 meses da publicação, uma vez por profissional.

Empresa inativa perde o registro no CREA — e a dívida continua existindo

Empresa inativa perde o registro no CREA — e a dívida continua existindo

A Resolução 1.167/2026 do Confea mudou o art. 32 da norma que rege o registro de pessoas jurídicas nos CREAs: constatada a INATIVIDADE — não só o encerramento — o registro é cancelado, sem prejuízo dos débitos. Antes, a empresa é notificada no endereço do cadastro e tem 30 dias.

CBS em 2027, IBS de 2029 a 2033

CBS em 2027, IBS de 2029 a 2033: o calendário da Reforma Tributária que o provedor precisa ter na parede

A LC 214 fixa dois calendários distintos e deixa as alíquotas para resolução do Senado. Enquanto isso, a nota fiscal já exige os campos de IBS e CBS.

CGNAT: guardar o IP não basta mais — a porta lógica virou obrigação e já está em vigor

CGNAT: guardar o IP não basta mais — a porta lógica virou obrigação e já está em vigor

O Decreto 12.975/2026 incluiu o art. 15-A no regulamento do Marco Civil: a guarda de registros passa a abranger a porta lógica de origem sempre que necessária à identificação inequívoca. O dever independe de requisição, recai autonomamente sobre cada provedor e vale desde julho de 2026.