Projeto de rede de fibra óptica

Trabalhando com terceiros

Conheça o sistema de Redes de Instalações

Projetos e tipos de cabeamentos

Porque é importante realizar planejamento para cabear sua rede?

Precauções tomadas antes de começar o serviço de campo

A emenda e a terminação

Qual o melhor cabo para sua instalação?

Se estamos falando de um projeto como este, referente à fibra óptica, temos que nos atentar a instalações e operações bem sucedidas. Pois só assim o custo benefício será realmente eficaz para a empresa em questão.

Primeiramente, devemos saber responder algumas questões:

  • Qual comunicação fluirá pela rede?;
  • Como serão as plantas externas e instalações geográficas?;
  • Quais equipamentos de transmissão precisarão ser adquiridos?;
  • As interfaces com outras redes serão usadas? Se sim, as mesmas são cabeadas ou sem fio?

Depois disso, temos mais alguns passos a seguir e que também terão papel fundamental para o sucesso do projeto. São documentações, projeto aprovado junto a concessionária de energia, licenças na Anatel, para que todos os componentes, testes e instalações sejam inicializados sem erros ou equívocos grandiosos e não ficar na clandestinidade ou reveria.

Caso tenhamos uma ruptura no futuro, este tipo de ‘papelada’ é importante para a restauração da mesma. Pois, assim como é raro termos um edifício de apartamentos sem uma planta, é quase impensável tirar o projeto de rede de fibra óptica do papel sem estes detalhamentos.

Como gestor, sabe que também é relevante em termos orçamentários. Licitação da obra, contratação de empreiteira e etc., são detalhes essenciais. Pois você não quer ser afetado comercialmente, já nos primeiros passos, não é mesmo?

Tenha um projetista de confiança e que entenda todos os pormenores das redes de fibra óptica e suas instalações. Lembrando que o Transmitter conta com inúmeras matérias sobre o tema!

Trabalhando com terceiros

Se você não constrói uma casa sozinho, certamente precisará de mão de obra qualificada para gerir o projeto de fibra óptica. Contratará, pelo menos:

  • Um engenheiro de telecomunicações;
  • Um engenherio Civil;
  • Alguns engenheiros que farão a vistoria;
  • Empreiteiros;
  • Projetista, para o layout do projeto da rede elétrica;
  • Engenheiro de segurança do trabalho;
  • Designers de sistemas industriais;
  • Especialistas em instalações de cabeamento óptico.

Fazer reuniões com os membros da gerência é válido, para que tudo esteja exatamente como foi estudado e que minimize os atrasos.

Contrate projecionistas experientes

Num mundo tão amplo e dinâmico como este, fazer a contratação de um projecionista que entenda de vertentes variadas é o caminho! Deve estar atento às nos tecnologias do cabeamento de comunicações e das aplicações referentes à temática.

Suas experiências em processos e instalações de fibra óptica, da aplicação dos regulamentos locais, dos padrões e códigos, devem ser avaliadas pelo gestor enquanto faz a primeira entrevista.

Quer mais? Então seguem outros nichos que o contratado deve, no mínimo, ter conhecimento superficial:

  • Sistemas de energia elétrica;
  • Hardware fornecido;
  • Fibra óptica (há uma infinidade de cursos no Brasil);
  • Ter treinamento referente a projeto de planta de cabos ópticos em redes elétricas de média e baixa tensão;
  • Treinamento em NR 10, NR 35

Também é muito importante saber encontrar informações detalhadas sobre produtos, normas, códigos e, para as redes OSP, como usar serviços de mapeamento online como o Google Maps, Google erth ou até mesmo Google My Maps. Experiência com sistemas CAD, como por exemplo AutoCAD é uma vantagem definitiva.

Tendo tudo isso em mente, é correto afirmar que terá grandes dificuldades para encontrar um profissional de destaque. Mas quando o fizer, mesmo pagando um valor relativamente alto, raramente terá contratempos.

Conheça o sistema de Redes de Instalações

Depois do primeiro texto, a respeito de projetos de redes de fibras ópticas, chegou o momento de verificarmos as redes de instalações. Então, aqui, entenderemos quais cabos são usados e em quais tipos de instalações servirão.

Quer entender melhor sobre o tema? Continue com a gente!

Sistema de Cabos

O sistema de cabeamento das instalações é projetado para transportar redes de computadores baseadas em Ethernet, ou seja, uma tecnologia de comunicação compartilhada por um único cabo.

Atualmente, pode-se operar em velocidades que variam de 10 megabits por segundo a 10 gigabits por segundo.

As sessões de rede de instalação de LAN são compostas por materiais como cobre e fibra, que conectam pontos de acesso universais.

O que são Data Centers?

Já os famosos Data Centers, são aplicativos exclusos que hospedam vários servidores. São eles, também, os responsáveis pelas redes de armazenamento, operando em velocidades muito altas e utilizando combinações de links curtos.

Outros são responsáveis por transportar sistemas de segurança com vídeo digital ou analógico, assim como também alarmes de perímetro ou sistemas de entrada. Estes últimos usam velocidade baixa, pelo menos quando estamos falando de fibra óptica.

Assim como os sistemas de redes Ethernet, dentro das Redes de Instalação encontraremos cabos do sistema telefônico. Neste quesito, tais dados conseguem fluir em cabos tradicionais de par trançado. Algumas empresas estão adotando o cabeamento mais comum, tipo LAN, com tecnologia de voz VoIP.

Redes Locais

Essas redes têm, geralmente, 100 metros. Por serem mais curtas, aparecem em sistemas de cabeamentos já estruturados.

Nesse tipo de rede, é permitido cabeamento de cobre, fibra ótica e de par trançado. Aparecem, constantemente, em campus e complexos industriais.

Vale destacar que as redes locais operam em fibra multimodo (sistemas que são mais baratos por terem um grande núcleo, permitindo o uso de fontes Led e VCSEL). É vantajoso pois diminui o preço de transmissores e eletrônica. 

Rede Externa de plantas

Uma rede de planta externa, diz respeito a todos os sistemas que estão ao ar livre. Esses cabos tendem a ser mais longos e se apresentam em sistemas de telecomunicações, serviços públicos, serviços de segurança, assim como em redes de comunicação metropolitanas.

Redes Eletrônicas

As redes eletrônicas são instaladas em sistemas externos e ligam (tecnologicamente falando) um edifício a outro, quase que sempre em distâncias curtas. As taxas de dados variam entre 2,5 a 10 gigabits.

Como são muito potentes, contam com sistema de lasers que operam, exclusivamente, em fibras monomodo. O CAT5 também usa a mesma tecnologia, com sistemas que podem ir do digital ao híbrido de fibra coaxial, porém o cabo coaxial não é ecologicamente correto.

O coaxial funciona muito bem em sistemas de CAT5, pois possui largura de banda considerada.

Redes metropolitanas

Para finalizarmos as redes externas, falaremos das redes metropolitanas. Que tendem a serem usadas nas cidades. Dentre elas estão inclusas:

  • Câmeras de segurança;
  • Telefonia;
  • LAN;
  • Sistemas educacionais;
  • Serviços emergenciais;
  • Controle de tráfego;
  • Monitoramento.

A grande maioria das redes metropolitanas é projetada para oferecer suporte a links mais longos do que aplicativos locais ou de campus.

Projetos e tipos de cabeamentos

Em uma postagem recente, comentamos tudo sobre redes de instalações. Nela, mencionamos alguns tipos de serviços que as agências fiscalizam em nosso país e também entendemos qual delas é usada em determinadas situações.

Neste texto, complementaremos as informações, analisando mais de perto os projetos de cabeamento.

Projeto de cabeamento

Já se perguntou qual tipo de cabo serve para a instalação que está desejando realizar? Seria melhor um de cobre, de fibra ou uma conexão sem fio? Embora existam debates sobre qual é o melhor, sabemos que essa questão já está sendo solucionada.

A tecnologia crescente e o mercado de clientes cada dia mais exigentes tem uma preferência que é a mescla dos três modelos. Sendo assim, os projetistas de cabeamento, ou seja, aqueles que desenham os layouts de instalação têm em mãos uma tarefa bastante fácil.

Veremos abaixo, alguns cabos ideais para sistemas de comum escolha entre os clientes.

Cabeamento de longa distância e de planta externa

Embora já tenhamos  mencionado no texto anterior, vale reforçar que esse sistema de rede de instalação é mais utilizado em áreas urbanas ou industriais. Podendo atender sistemas de vigilância, telefonia, venda de link dedicado, revenda de internet, entre outros.

Porém, tirando os sistemas de telecomunicações que ainda se atém ao uso de cabeamento em cobre, praticamente todos os fios usados nesse tipo de instalação são de fibra óptica.

Outro sistema que pode diferenciar da fibra é o já mencionado CAT5. No caso, ele utiliza os coaxiais de alto desempenho, mas vale ser ressaltado que o mesmo precisa ser instalado. Isso é conhecido como um backbone de fibra óptica, dando ao projetista uma escolha quase única quando falamos nesse sistema.

No padrão de projeto de área externa, como em edifícios comerciais ou áreas populosas, por exemplo, já há fibra direta de provedores de internet.

Em cidades, é costumeiro o uso de fibra SM, para que possa ser feita uma conexão segura de sistema de vigilância e semáforos. Isso faz com que haja ofertas massivas de conexões comerciais e residenciais, dependendo das circunstâncias. 

Cabeamento de instalações 

Como o mercado cresceu demais, é comum que os clientes precisem de maior tecnologia para atender seus afazeres. Vemos isso pela expansão do mercado digital, do uso dos celulares e, até mesmo, das experiências de mobilidade.

Foi pensando nesse último motivo que se criou um novo tipo de rede corporativa. Portanto, o Backbone de fibra ótica atende os usuários que possuem desktops velozes, assim como aqueles que se movimentam constantemente.

A maioria dos sistemas de gerenciamento de prédios corporativos, condominio e empresas, se adaptou a esse novo conceito.

Para o projetista, fica mais uma vez simples a decisão da instalação usando, como citado no início do texto, múltiplos estilos de cabos que, unidos, atendem as necessidades do proprietário.

Numa empresa ou em locais com muitos funcionários a distribuição ficaria assim:

  • Cabeamento de cobre para melhor gerenciamento de edifícios;
  • Fiação de termostato e sistemas de alto-falantes;
  • Sistemas de monitoramento utilizando cabo coaxial;
  • Finalizando com sistemas de fibra em Backbone para maior mobilidade entre os usuários.

Com tantas inovações, o cliente pode usufruir de dados com maior qualidade e mais segurança no local de trabalho ou no de lazer.

Porque é importante realizar planejamento para cabear sua rede?

Como já é de conhecimento geral, existem diversos tipos de cabos para todos os locais, alcance e propósitos. No Brasil, as agências responsáveis pela fiscalização dessas instalações também realizam as inspeções dos mesmos.

Portanto, é muito comum ver instaladores e projetistas pesquisando amplamente para que possam ter as definições coerentes em cada caso.

Entretanto, isso tem ficado mais brando, pois com as fibras óticas, poderemos até mesmo escolher um adaptador que se adeque às redes de telecomunicação, de vigilância, de CATV ou de Ethernet.

Quer entender melhor sobre o tema? Então, vem com a gente!

Planejando a Rota

Após diversos testes de capacidade, os profissionais que desenham os projetos junto ao cliente e ao instalador, realizam a escolha do cabo naquele serviço. Mas o que fazer em seguida? Quais são os próximos passos?

Quando se escolhe trabalhar com fibra, por exemplo, há procedimentos que averiguam o melhor local para a planta e para o hardware. É preciso ressaltar um ponto importante, ou seja, lembre-se de que cada instalação será única.

Portanto, a localização física ao longo da rota, dos códigos ou das leis de construção local tende a se modificar.

Como de costume, as instalações internas e externas são bem diferentes. Isso significa que o projetista, junto de outros envolvidos, precisam considerar essas distâncias separadamente.

Há simplicidade em instalações como em campus de faculdades, por exemplo, pois consideramos a área envolvida muito menor e as opções por consequência também.

Primeiros passos para o projetista

O projetista tem um trabalho muito importante, ou seja, o de manter o contato entre cliente, instalador e profissionais competentes para o serviço.

Além de realizar o projeto por completo, ele deve ter um bom conjunto de desenhos arquitetônicos em mãos, entrando em contato com o arquiteto e o empreiteiro do local.

Ter acesso a essas pessoas significará que alguém estará lá para dar informações e conselhos. São ações como essas que diferenciam projetos com longa durabilidade de sistemas mais fracos e incapazes de manter o serviço e a segurança do local.

É de se esperar que os desenhos estejam disponíveis, geralmente em CAD, para que o projetista possa ter uma cópia, realizando o plano correto do projeto de cabeamento de rede em seu computador.

O serviço fica mais otimizado, dando a possibilidade dele corrigir erros e adicionar adaptadores, assim como alterar locais de instalação.

Agora, se o prédio ainda estiver em fase de projeto, a atitude que deve ser tomada é a de informar sobre a necessidade de uma planta de cabos.

Na prática, isso significa que o projetista pode influenciar diretamente na localização das salas de equipamentos, roteamento de bandejas, de conduítes, de disponibilidade de energia condicionada e de aterramento de dados separados.

Em tese, isso torna o trabalho muito mais fácil, podendo dar menor margem de erros e tranquilidade em ajustes futuros.

Lembrando que esses setores devem estar sempre a uma temperatura adequada e que a NBR exige para evitar risco de incêndios.

Rotas de Cabeamentos

Já nas instalações de cabeamento externo (OSP) contamos com inúmeras variedades, sendo que a mais importante é a rota do cabeamento. Ela pode cruzar longas distâncias e percorrer locais como:

  • Campos abertos;
  • Estradas rurais ou urbanas;
  • Estradas pavimentadas ou não;
  • Estradas transversais;
  • Barrancos;
  • Rios;
  • Lagos;
  • Combinações de diversos itens.

Os cabos podem ser aéreos ou de conduítes internos, ou seja, com tantas variáveis, planejar as rotas desses cabos é primordial. Para isso existe o GIS (Sistemas de Informações Geográficas), afinal, essas instalações necessitam ser mapeadas.

Isso pode incluir dados básicos sobre a geologia do local. O GIS, geralmente é usado para criar esses mapas extremamente detalhados, dando uma noção precisa sobre os caminhos das plantas de cabos OSP durante a fase do projeto.

Ao mesmo tempo, os projetistas terão ciência da mensuração e do tipo de conexão e qualidade de sinal que aquela instalação pode receber. É importante entender que o GIS pode sofrer com certas limitações.

Por isso, procure sempre por ajuda de responsáveis pelos cabeamentos externos. Tente não usar o GIS sozinho. Lembre-se, ele é apenas uma ferramenta e traz maior auxílio para que o projetista possa ser mais assertivo em suas escolhas.

Mas o sistema não substitui os processos tradicionais e aumenta a variação de informações coletadas.

Tente sempre visitar o local para avaliar a rota de cabeamento. Quando as ferramentas são otimizadas e o processo tradicional se complementa, haverá um serviço de maior qualidade.

Precauções tomadas antes de começar o serviço de campo

O serviço de avaliação de campo é de suma importância para que acidentes com linhas de alta tensão, por exemplo, não ocorram. Como mencionamos em textos anteriores, o projetista precisa avaliar e mapear as rotas de cabeamento para que os próximos passos sigam seu curso normal.

Neste texto, veremos algumas precauções que todos os que atuam em campo devem tomar.

Ligar antes de cavar

O serviço de escavação de um local sempre traz riscos para a equipe. Por isso, é de vital importância que seja feito com segurança. Os riscos variam entre:

  • Interromper redes de comunicação;
  • Acidentes por não avaliação do local;
  • Riscos de vida envolvendo linhas de alta tensão;
  • Risco de explosão envolvendo gases diversos.

Esses obstáculos são muito comuns e encontrados ainda nas visitas iniciais. Para realizar tais inspeções, há bancos de dados que mostram a geolocalização exata que precisa de comunicação prévia antes do serviço de análise.

Logicamente, isso é averiguado minuciosamente antes da escavação, para garantir a coleta de dados mais recentes.

Lembrando que, em cada projeto ou serviço, as condições podem variar, dando a oportunidade de escolher os componentes corretos de fibra óptica e planejando a instalação concreta com maior eficiência. 

Escolha de componentes

Após analisar todos os detalhes do local de instalação, é preciso saber quais os componentes serão usados. A escolha deve ser feita de acordo com o desenvolvimento da rota que a planta de cabos seguirá.

Conhecendo-as, já será possível saber onde os cabos passarão, onde estão localizadas as emendas e onde o cabeamento deve ser finalizado.

Tudo isso entra no quesito de precauções e preparativos que devem ser tomados, determinando as escolhas de cabo, hardware e metodologia de instalação.

Escolha de cabeamento

Como já citamos em postagens anteriores, a escolha do cabeamento é um dos passos mais significativos desta precaução tomada pelos projetistas e instaladores.

O designs dos cabos são otimizados para cada tipo de instalação. Por exemplo: eles podem ser subterrâneos, aéreos ou até ficar neste meio termo.

As instalações subterrâneas exigem atenção a outros detalhes, como o comprimento e espessura do conduíte. Geralmente, são usados os de 4 polegadas, juntamente com outros parecidos para facilitar a passagem dos cabos.

Em instalações desse tipo, é comum que seja deixado um excesso de cabo para futuras emendas em um ambiente controlado. Essa particularidade é definida ainda no estágio de planejamento.

Já em instalações aéreas, o método de fixação pode variar dependendo da situação. Alguns são amarrados ao coaxial já instalado e, geralmente, isso ocorre em sistemas CATV. Outros podem ser amarrados a mensageiros.

Essas variações alteram o tipo de cabo e a extensão e também devem ser concluídas na fase de planejamento do projeto.

A experiência, de fato, é o melhor condutor de serviços bem executados, porém, trabalhar com precaução e estar atento aos detalhes, transformará seu projeto em um serviço de sucesso.

Para finalizarmos, falaremos sobre instalações que envolvem passagem de cabos por rios ou lagos. Nesses casos, cabeamentos especiais são necessários, pois eles são mais robustos e selados. Em situações onde esse serviço precisa ser executado dessa forma, o projetista pode até mesmo, adquirir um hardware de emenda subaquática.

A emenda e a terminação

Estes dois tipos são as categorias que os profissionais poderão escolher. Desta forma, vale ressaltar o seguinte:

  •  As fibras monomodo OSP terão emendas para baixa perda e refletância, além de confiabilidade.
  • Já as de modelos OM2, 3 e 4 têm mecânicas um tanto diferentes, podendo ser emendadas por fusão para que o desempenho e a confiança sejam aumentados.

No fim do processo de feitura das emendas, elas são dispostas em bandejas ou em painéis. A vedação total irá evitar o contato com a umidade e, assim, uma vida útil prolongada.

Quanto às tampas das emendas, podem ser encontradas em inúmeros modelos e designs, sendo elas:

  • Subterrâneas para bueiro;
  • Abobadadas para bueiro;
  • Acima do solo;
  • Enterrada o subsolo ou;
  • Montada em um poste.

Fechamentos das emendas

Os fechamentos das emendas também devem passar por um crivo entre os profissionais. Pois cada um irá ‘combinar’ com um número e um tipo específico de cabos, que entram em apenas um dos lados ou em ambos.

Observe que aqueles exemplares com um grande número de fibras poderá aumentar o tamanho desses fechamentos e, por isso, deverá estar preparado para gastos mais elevados.

As bandejas de emendas

Os padrões mais comuns das bandejas de emendas alocam até doze emendas fundidas de fibra óptica. Porém, este número pode ser variável, levando em conta apenas a segurança com que todas essas emendas devem estar fixadas, juntamente com a tampa quando as mesmas forem empilhadas.

Diferente dos outros modelos vistos atualmente, as fibras monomodo, por terem fusão de tranças e proteção nas emendas, são algumas vezes mais resistentes. Portanto, se houver necessidade de inserir no projeto os cabos OSP multimodo, eles passarão mais confiança quando suas mangas de fibras forem separadas e conectadas diretamente. O contraponto é que leva mais tempo e gasta-se mais.

Outras formas de instalação

Quando se fala em menor tempo para terminação e emenda e gastos relativamente baixos, podemos citar os sistemas de cabos externos pré-terminados. Esta opção é vista, principalmente, nos comutadores telefônicos ou em sistemas de controle de tráfego.

Se não forem totalmente vedados para protegerem os cabos de poeira e umidade, a recomendação é usar invólucros.

Enfim, escolher os componentes adequados para instalações OSP pode levar tempo (por isso, diversas reuniões e um cronograma devem ser marcados e montados), para que a operação do sistema tenha a confiança dos clientes.

Uma vez escolhidos os componentes, as listas de materiais são adicionadas à documentação para compra, instalação e referência futura. Sem isso, certamente sua marca perderá em lucros se comparado às concorrentes.

Qual o melhor cabo para sua instalação?

Sabemos que existem agências e profissionais que se dedicam para manter a estabilidade das redes de comunicação. Lembramos, também, que existem diversos tipos de cabos e, por isso, alguns projetistas precisam focar seus esforços em instalações internas e compreender qual melhor material para ser usado em cada situação.

Neste texto, veremos isso e quais os outros tipos de situações que você, profissional da área, pode encontrar.

Cabos para instalações e aplicações locais

Ao realizar um projeto, os detalhes mínimos e os mais importantes são definidos quando a documentação é redigida, trazendo assertividade para escolha dos cabos. No caso de aplicações locais, por exemplo, usamos um de distribuição ou um breakout.

  • Cabo de distribuição

Os cabos de distribuição têm mais fibras e menor diâmetro. Porém, exigem terminações dentro de painéis de conexão ou caixas montadas na parede.

  • Cabos breakout

Já nos cabos breakout, o volume é muito maior, permitindo conexões diretas sem hardware. Isso os torna mais convenientes e úteis para as indústrias.

A contagem de fibras tem de ser um ponto de importância na análise, pois elas podem se tornar um problema. Afinal, precisa-se pensar no uso atual, em expansões futuras e em peças sobressalentes.

Outro ponto essencial é que o cabeamento deve ser classificado como retardante de fogo. Isso de acordo com as normas e NBR’s respectivas (vale conferir cada caso pontualmente). A cor da capa do cabo, principalmente para modelos OM3 e OM4 é água, para melhor identificação.

Cabos para instalações externas ou entre edifícios

Quando o cenário é o uso de cabos para instalações externas entre edifícios, já existem projetos que permitem essa travessia de forma interna. Essa é uma opção segura e viável, principalmente para futuras manutenções.

Esses projetos (internos ou externos) têm bloqueio de água e uma espécie de manta dupla. A manta externa é resistente a um certo nível de umidade, mas pode ser facilmente removida, deixando-a. No caso da manta interna, ela é à prova de fogo.

As opções de conectores de fibra óptica também estão passando por reformulações que prometem trazer mais estabilidade e segurança. Como a maioria dos equipamentos atuais usam conectores LC ao invés de optar por um ST ou SC, significa que apenas um deles precisa ser suportado.

Além disso, o LC traz mais uma grande vantagem sobre os seus antecessores. Sendo ele incompatível com as versões SC e ST, usá-lo em plantas de cabos de fibra óptica evita a mistura de fibras 50 e 62,5. Isso resulta em menos perda de incompatibilidade e baixa oscilação.

O hardware necessário para realizar tais instalações precisa ser escolhido com base nas terminações dos cabos. As execuções das instalações são, geralmente, ponto a ponto. Evite aceitar aquelas que tenham emendas.

Esperamos ter ajudado com essa postagem, caso tenha gostado, comente e compartilhe em suas redes sociais.

Fonte: The FOA

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *