RESUMO EXECUTIVO

- O governo do Reino Unido está considerando o compartilhamento do espectro superior de 6GHz.
- A proposta visa integrar serviços móveis e Wi-Fi para otimizar o uso do espectro.
- A medida pode impactar a capacidade de rede e a qualidade do serviço.
- Provedores de internet devem avaliar a viabilidade técnica e econômica dessa mudança.
- A iniciativa pode exigir investimentos em infraestrutura e automação.
O QUE MUDA PARA ISPs

- A necessidade de adaptar a infraestrutura para suportar o compartilhamento do espectro.
- Possíveis alterações nos custos operacionais (OPEX) e de capital (CAPEX) devido a novos equipamentos.
- Aumento da complexidade na gestão da rede, exigindo soluções de automação mais robustas.
- Necessidade de garantir a segurança e a qualidade do serviço em um ambiente compartilhado.
CONTEXTO TÉCNICO

O compartilhamento do espectro superior de 6GHz entre serviços móveis e Wi-Fi pode trazer benefícios significativos, como a maximização do uso do espectro disponível. Essa proposta, se implementada, exigirá que os provedores de internet reavaliem suas arquiteturas de rede e considerem a integração de novas tecnologias para garantir a eficiência e a qualidade do serviço. Além disso, a gestão de interferências e a segurança da rede se tornam questões críticas em um cenário de espectro compartilhado.
CONCLUSÃO
A proposta do Reino Unido para o compartilhamento do espectro superior de 6GHz representa uma oportunidade e um desafio para os provedores de internet. A adaptação a essa nova realidade exigirá planejamento cuidadoso e investimentos em tecnologia para garantir a competitividade e a qualidade dos serviços.
